Roseana diz que está ‘quase decidindo’ candidatura para 2022

A ex-governadora Roseana Sarney (MDB) disse hoje, 28, em entrevista ao Ponto Final, da Mirante AM, que está “quase decidindo” qual será sua candidatura em 2022.

A emedebista prefere ser candidata a deputada federal – e o partido, nacionalmente, também caminha nesse rumo -, mas o fato de ela liderar todas as pesquisas para o Governo do Maranhão tem deixado a sigla empolgada no estado.

“Pergunta difícil. Estou quase decidindo. Eu fico muito feliz, muito honrada com o resultados das pesquisas. Todas essas pesquisas que foram feitas neste ano me colocam numa posição privilegiada perante os outros candidatos, e isso me deixa muito feliz, por quê? Porque é o reconhecimento do trabalho, é o reconhecimento do que eu fiz pelo Maranhão, do que eu fiz por São Luís”, declarou.

A emedebista destacou o trabalho da sua equipe ao longo das suas administrações. “Não só eu, toda a nossa equipe. Eu acho que nós fizemos o nosso trabalho. Esse voto vai para as estradas, para as escolas, tudo o que nós realizamos se transformou na intenção de voto. Não é o voto em si, mas a intenção de voto”, ressaltou.

E completou: “Nós estamos chegando ao fim do ano, claro, tem essa última pesquisa, meu nome ainda está aí, o MDB, partido que eu presido, ainda disse que quer ver mais algumas pesquisas, então eu ainda não retirei meu nome da disputa. Mas se você me perguntar, ‘Roseana, você quer novamente concorrer ao Governo do Estado?’, eu vou dizer que, pessoalmente, é uma posição minha, e não do grupo, não do partido, eu não gostaria mais de me candidatar ao Governo do Estado, eu gostaria de me candidatar a deputada federal. Por quê? Porque foi lá que eu comecei. Eu estou quase em fim de carreira e, claro, quero acabar na Câmara porque eu acho que eu tenho uma experiência e tenho uma contribuição a dar, não só para o nosso estado, mas para o país também, porque eu conheço bem, também, o parlamento, gosto do parlamento, e que queria representar o meu estado, sim, porque eu sei que eu vou representar, modéstia à parte, o meu estado na Câmara Federal”

Tribunal Superior Eleitoral divulga calendário para eleições do próximo ano

BRASÍLIA – O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) definiu o calendário completo das eleições 2022 nesta segunda-feira, 20, dia da última sessão administrativa da Corte Eleitoral em 2021.

A partir do dia 1º de janeiro a divulgação das pesquisas eleitorais passam a ocorrer somente se os levantamentos sofrem registrados na Justiça Eleitoral. Políticos com mandato atual no Executivo que queiram se candidatar precisam deixar os postos até 1º de abril. A propaganda eleitoral começa em 16 de agosto, incluindo as que são feitas na internet.

O primeiro turno está marcado para o dia 2 de outubro e o segundo turno, onde houver, em 30 de outubro. Os eleitos serão diplomados no dia 19 de dezembro de 2022. Presidente e governadores eleitos tomarão posse em 1º de janeiro de 2023.

A partir de 2027, esse calendário muda e a posse será dada nos dias 5 e 6 de janeiro, respectivamente. As datas do calendário aprovado pelo TSE se estendem até 30 de julho de 2023, quando termina o prazo para a Receita Federal apontar ao Ministério Público qualquer indício de irregularidades em doações à campanha de 2022.

Mais

– 1º de janeiro: vedada a realização de pesquisas sem registro no TSE

– 3 de março a 1º de abril: janela partidária – neste período, candidatos podem mudar de partido sem perder os cargos que já ocupam

– 2 de abril: data para que presidente, governadores e prefeitos renunciem caso pretendam concorrer a outros cargos (a candidatura à reeleição não exige renúncia)

– 5 de abril: último dia para partidos ou federações publicarem normas para escolha e substituição de candidatos

– 15 de maio: permitido o início da arrecadação (financiamento coletivo)

– 30 de junho: proibida a transmissão de programas apresentados por pré-candidatos

– 2 de julho: agentes públicos ficam proibidos de exercer qualquer conduta que afete a igualdade de oportunidades entre candidatos

– 20 de julho a 5 de agosto: realização de convenções partidárias

– 30 de julho: último dia para propaganda do TSE incentivando a participação de mulheres, jovens e negros na política

– 3 de agosto: prioridade para remessa postal de partidos e federações; último dia para a nomeação de mesário

– 6 de agosto: emissoras de rádio e TV ficam proibidas de veicular propaganda política ou dar tratamento privilegiado a candidatos, partidos ou federações

– 15 de agosto: último dia para o registro de candidaturas

– 16 de agosto: início da propaganda eleitoral, inclusive na internet

– 26 de agosto a 29 de setembro: propaganda eleitoral gratuita em rádio e TV

– 1º de outubro: último dia para veiculação de propaganda eleitoral

– 2 de outubro: primeiro turno de votação

– 3 de outubro: retomada da propaganda eleitoral (2º turno)

– 7 de outubro: retomada da propaganda eleitoral gratuita em rádio e TV (2º turno)

– 29 de outubro: último dia para veiculação de propaganda eleitoral (2º turno)

– 30 de outubro: segundo turno de votação

Flávio Dino volta a se reunir com presidente nacional do PSB

O governador do Maranhão, Flávio Dino, voltou a se reunir com o presidente nacional do seu partido, Carlos Siqueira. O encontro foi na sede do PSB em Brasília.

No encontro, Flávio Dino afirmou que tratou sobre alianças para as eleições do ano que vem e garantiu que o PSB será peça importante no campo nacional-popular.

“Visitei hoje o presidente nacional do nosso PSB, Carlos Siqueira. Conversamos sobre o Brasil, alianças, federação partidária etc. O campo nacional-popular terá grandes vitórias em 2022 e o PSB está pronto a colaborar ao máximo”, destacou.

Já Carlos Siqueira ressaltou que no encontro também foi discutido o cenário das eleições no Maranhão, onde o PSB tem Flávio Dino como pré-candidato ao Senado e pode ter Carlos Brandão, atualmente no PSDB, como pré-candidato ao Palácio dos Leões.

“Na sede nacional do PSB, recebi o companheiro Flávio Dino, governador do Maranhão. A política nacional e estadual foi tema do nosso encontro, assim como a conjuntura eleitoral em 2022”, afirmou Siqueira.

Nos bastidores políticos, corre a informação que para viabilizar um apoio do PT em 2022, Brandão poderia se filiar ao PSB e o assunto fatalmente foi tratado, uma vez que o PSB pode ao lado do PT e PCdoB se transformar numa federação, por conta das eleições de 2022.

Redação: Jorge Aragão

ELEIÇÕES 2022: VEJA QUANTO CADA PARTIDO TERÁ PARA GASTAR COM ‘FUNDÃO’ TURBINADO

A aprovação pelo Congresso dos valores dos fundos eleitoral e partidário garantiu às legendas brasileiras um montante inédito de recursos públicos no ano eleitoral de 2022. Um total de R$ 5,96 bilhões ficará à disposição dos partidos para o financiamento das campanhas e o custeio das agremiações. Este valor é a soma das duas reservas financeiras e representa um aumento de 92,5% em relação a 2018, em valores corrigidos pela inflação.

A distribuição dos recursos públicos entre os partidos é baseada, principalmente, no tamanho das bancadas eleitas na Câmara. Com isso, PSL e PT ficarão com as maiores fatias dos recursos públicos: R$ 604 milhões e R$ 594 milhões, respectivamente.

Somando-se ao montante que será destinado ao DEM (R$ 341,7 milhões), o União Brasil – legenda que nascerá da fusão dos dois partidos – contará com um quase R$ 1 bilhão em dinheiro público no ano que vem. Articulada por Luciano Bivar (PSL) e ACM Neto (DEM), a nova legenda aguarda referendo da Justiça Eleitoral e se tornou um dos mais valiosos na eleição do próximo ano.

Pelo placar de 358 a 97 votos, a Câmara aprovou nesta terça-feira, 21, o relatório final do Orçamento de 2022, apresentado pelo relator, deputado Hugo Leal (PSD-RJ), que destinou R$ 4,9 bilhões para campanhas eleitorais no ano que vem e R$ 1,06 bilhão para o Fundo Partidário.

Com críticas ao valor do fundo eleitoral e do montante reservado às emendas do orçamento secreto, revelado em maio pelo Estadão, quatro partidos orientaram suas bancadas pela rejeição do Orçamento: PCdoB, PSOL, Novo e Podemos, do pré-candidato à Presidência da República Sérgio Moro. Os demais orientaram voto “sim”.

No Senado, em votação que se estendeu até a noite, o texto enviado pela Câmara foi aprovado integralmente, sem destaques, por um placar de 51 votos a favor e 20 contrários. Podemos, Rede e Cidadania orientaram pela não aprovação do texto. PDT, PSDB e PROS liberaram as bancadas. Os demais partidos orientaram pela aprovação do texto.

O fundo eleitoral de R$ 4,9 bilhões para 2022 representa o maior volume de dinheiro público despejado em campanhas políticas na história. A cifra foi definida após negociações com líderes do Centrão, base do governo Bolsonaro, que resistiram em reduzir mais o valor, inicialmente previsto em R$ 5,1 bilhões pelo relator do Orçamento. O dinheiro poderá ser usado para pagar, por exemplo, viagens de candidatos, contratação de cabos eleitorais e publicidade nas redes sociais.

Na comparação com 2018, o montante que inclui o Fundo Partidário quase dobrou em termos reais, ou seja, comparando valores atualizados pela inflação. Além do PT do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, outras legendas que abrigam os principais presidenciáveis serão turbinadas com dinheiro público no ano eleitoral: O PSDB do governador paulista João Doria terá um total de R$ 378,9 milhões; o PDT, de Ciro Gomes, R$ 299,3 milhões; o Podemos, de Sérgio Moro, R$ 228,9 milhões. MDB, que lançou a senadora Simone Tebet (MS), e PSD, que ensaia uma possível candidatura do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (MG), terão, respectivamente, R$ 416,9 milhões e R$ 397,6 milhões.

O relator, deputado Hugo Leal (PSD-RJ), citou o gasto social e o tamanho do orçamento federal para justificar o aumento do fundo eleitoral e o patamar de emendas de relator em 2022, ano de eleições.

“É claro que nós entendemos o debate, a discussão e às vezes a polêmica que ocasiona, por exemplo, com o fundo eleitoral, que também é ponto porcentual nesse universo de trilhões que estamos discutindo. Tudo isso é passível de debate, mas não podemos perder de vista o que temos para o futuro, o que estamos construindo para o País nesse momento”, disse Leal.

Representantes de partidos que orientaram contra a votação do Orçamento criticaram a destinação bilionária de dinheiro público para os partidos. “Estamos mais uma vez condenando milhões de brasileiros à pobreza e à miséria em virtude do Orçamento de 2022 aprovado pelo Congresso que, lamentavelmente, não foi debatido suficientemente”, disse o deputado Marcel van Hattem (Novo-RS).

O fundo eleitoral é um valor retirado inteiramente da verba pública (Tesouro Nacional) e destinado aos partidos em anos eleitorais para bancar as campanhas. A utilização de recursos públicos foi aprovada em 2017 pela Câmara após o Supremo Tribunal Federal proibir o financiamento empresarial de campanhas políticas.

As doações empresariais foram vetadas na esteira das revelações da Operação Lava Jato. Em 2014, último ano de vigência do financiamento empresarial, a soma de todas as campanhas no Brasil chegou a R$ 5,1 bilhões (R$ 7,6 bilhões, se atualizado pela inflação), conforme levantamento feito nas despesas declaradas ao Tribunal Superior Eleitoral.

PRÉ-CANDIDATURA DE WEVERTON PERDE APOIO DE POLÍTICOS DE PARTIDOS ALIADOS

O pré-candidato do PDT ao Governo do Estado, senador Weverton Rocha, enfrenta momento de muita dificuldade para tentar se manter vivo na corrida ao Palácio dos Leões. Políticos de peso, a exemplo dos prefeitos de Porto Franco, Deoclides Macedo, e Bacabal, Edvan Brandão, ambos do PDT, declararam apoio ao vice-governador Carlos Brandão (PSDB) e abriram a porteira para a debandada de chefes de Executivos municipais.

Além de enfrentar dificuldade para manter o alinhamento dos prefeitos do PDT ao seu projeto político pessoal, parlamentares de legendas consideradas aliadas, como o DEM, também estão pulando fora do foguete do senador, temerosos que venha explodir ainda na base de lançamento. Dos cinco deputados do partido Democratas, apenas Neto Evangelista continua com o candidato pedetista.

O deputado Antonio Pereira, além de declarar apoio ao vice-governador Carlos Brandão, anunciou sua saída do DEM e está se filiado ao PSB, partido do governador Flávio Dino; Andrea Resende, Daniela Tema e Paulo Neto ainda permanecem filiados, mas anunciaram seu apoio ao candidato tucano. Para complicar ainda mais a fragilizada pré-candidatura do pedetista, o DEM está em fase de fusão com o PSL e o futuro é incerto.

No Republicanos, comandado no Maranhão pelo deputado federal Cleber Verde, enfrenta problemas na Assembleia Legislativa e vai perder os deputados Ariston Ribeiro e Fábio Macedo para o PSB ou PSDB. “Estou avaliando para qual dessas duas siglas ou transferir minha filiação, pois vou deixar o Republicanos, meu candidato é Brandão”, disse Ariston ao Blog Jorge Vieira.

Como se não bastasse a derrota interna que sofreu no grupo governista e os aliados que pularam fora do foguete, Weverton vê agora escapar outra sigla com a qual vinha flertando: o MDB da ex-governadora Roseana Sarney. A declaração de apoio do deputado Adriano Sarney (PV), neto do ex-presidente José Sarney, de apoio a Brandão, está sendo visto nos bastidores da sucessão com um forte indicativo de que os emdebistas estarão no palanque do tucano. O PV ja declarou apoio na festa confratarnização semana passada.

Eleito pelas mãos do governador, assim como Roberto Rocha (sem partido), Weverton também achou que os votos recebidos em 2018 seriam fruto de uma suposta liderança que nunca teve e pode acabar como seu colega de plenário que foi humilhado nas urnas e ainda saiu da campanha com o carimbo de traidor.

Diante dessa possibilidade real, alguns aliados mais lúcidos ainda tentam convencer o parlamentar a desistir da aventura e se reagrupar enquanto há tempo, pois se deixar escapar a oportunidade que estão oferecendo agora de indicar o vice na chapa de Brandão, quando perceber que seu projeto não tem futuro, será tarde.

É entendimento no grupo governista que o PDT tem a preferência de indicar o vice, caso resolva recompor, caso contrário o PT está pronto para assumir o posto com Felipe Camarão ou Zé Inácio. Final de janeiro é o prazo limite para a tomada de decisão.

O senador, que viu a maioria dos partidos da base governista apoiar a decisão de Flávio Dino declarar apoio à pré-candiatira do seu vice, a debandada de deputados do DEM e enfrenta deficuldade com prefeitos do próprio partido, assiste agora uma revoada de parlamentares e prefeitos rumo ao ninho dos tucanos.

 

Veja como cada deputado do Maranhão votou o fundo eleitoral de R$ 5,7 bilhões para financiar campanha

O Congresso derrubou nesta sexta-feira (17) o veto do presidente Jair Bolsonaro aos R$ 5,7 bilhões previstos para o fundo de financiamento de campanhas eleitorais pela Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). O veto foi derrubado inicialmente pela Câmara, por 317 votos a 143, ou seja, mantendo a previsão de R$ 5,7 bilhões em recursos públicos para o fundo eleitoral em 2022.

Partidos do Centrão, inclusive o PL de Jair Bolsonaro, e também da esquerda, como o PT, votaram contra a decisão de Bolsonaro. As únicas bancadas que orientaram pela manutenção do veto foram as do PSL, do Podemos, do Psol e do Novo. O veto foi derrubado posteriormente, em definitivo, pelos senadores, por 53 votos a 21.

Veja como cada deputado do Maranhão votou: 

Não = a favor da derrubada do veto, ou seja, a favor do fundo eleitoral de R$ 5,7 bilhões

Aluisio Mendes (PSC)

André Fufuca (PP)

Bira do Pindaré (PSB)

Cleber Verde (REPUBLICANOS)

Edilázio Júnior (PSD)

Gastão Vieira (PROS)

Gil Cutrim (REPUBLICANOS)

Hildo Rocha (MDB)

João Marcelo Souza (MDB)

Josimar Maranhãozinho (PL)

Junior Lourenço (PL)

Juscelino Filho (DEM)

Marreca Filho (PATRIOTA)

Pastor Gildenemyr (PL)

Pedro Lucas Fernandes (PTB)

Rubens Pereira Jr (PC do B)

Zé Carlos (PT)

Sim = a favor da manutenção do veto, ou seja, contra o fundo de R$ 5,7 bilhões

Josivaldo JP (PODEMOS)

Brandão mostra sua força politica e reúne centenas de lideranças

Carlos Brandão, pré-candidato do PSDB ao Governo do Maranhão mostrou força em ato político realizado na noite de quinta-feira, 16, em São Luís.

Com uma pré-campanha que angaria cada vez mais adesões, ele reuniu nada menos que mais de 1.000 pessoas. 98 prefeitos, 23 deputados, secretários, vereadores e centenas de lideranças.

Prefeito Edvan Brandão do PDT muda de lado e declara apoio a Brandão

Definitivamente a situação não está fácil para a pré-candidatura do senador Weverton Rocha (PDT) ao Governo do Maranhão, após o anúncio do governador Flávio Dino (PSB) de apoio a pré-candidatura do vice-governador Carlos Brandão (PSDB).

Nesta quinta-feira (16), mais um político do PDT, partido de Weverton, mudou de lado e declarou apoio a Carlos Brandão. Algo semelhante ao que aconteceu com o deputado estadual Zito Rolim.

Desta vez, quem confirmou que marchará com Brandão em 2022 foi o prefeito de Bacabal, Edvan Brandão, que é do PDT. Edvan destacou o apoio que tem recebido do vice-governador.

“Brandão tem a força de vontade de continuar o trabalho do governador Flávio Dino iniciado no Maranhão e declaro o apoio a Brandão, porque é um parceiro, amigo para todas as horas”, afirmou o prefeito de Bacabal.

Além de Edvan, outro prefeito que também apoiava Weverton Rocha declarou apoio a Brandão. O prefeito de Lago Verde, Alex Almeida (PP), é mais um a embarcar no grupo de Brandão visando a disputa do Palácio dos Leões.

Redação: Jorge Aragão

FRACASSO: Evento do PDT em São Luís serviu para desanimar ainda mais os aliados de Weverton; apenas 18 prefeitos estiveram presentes

O ato político realizado na Ilha reuniu apenas 18 prefeitos dos 217 maranhenses, nenhum dos quatro que compõem a Ilha se fizeram presentes.

Sem lideranças expressivas, até vendedor de notas fiscais frias levantar os braços em sinal de apoio a Weverton.

Sem lideranças expressivas, até vendedor de notas fiscais frias apareceu para levantar os braços de Weverton.

Um evento organizado pelo PDT na noite desta terça-feira (13) mostrou o quanto a pré-candidatura do senador Weverton Rocha passa por um derretimento.

Realizado no Palazzo – casa de eventos localizada no bairro do Araçagy as margens da MA 203, o ato não concentrou a quantidade de líderes políticos esperada e deixou escancarada que sem o apoio do governador Flávio Dino o “foguete” pedetista não irá sequer decolar.

Esperava-se ao menos 30 prefeito, mas no evento apareceram apenas 18 gestores municipais. Deputados estaduais eram esperados pelos menos 10, só que apenas cinco estiveram lá. Dos 31 vereadores de São Luís avistou-se apenas quatro no local.

Chamou atenção a ausência de dois deputados federais considerados aliados de primeira hora de Weverton, mas essa história conto depois.

Sem líderes políticos, restou apenas secretários de prefeituras ligadas ao PDT, assessores e duas dúzias de curiosos para fazer volume.

O que não faltou por lá foram donas de empresas de fachada e fantasmas, os conhecidos vendedores de notas fiscais frias para prefeituras maranhenses. Na imagem acima, um famoso do “ramo” – das bandas de Cândido Mendes – aparece levantando as mãos do senador Weverton.

O evento foi tão fraco que dessa vez não saiu nem a lista dos presentes…

REDAÇÃO: DOMINGOS COSTA